Estudante de Relações Internacionais é escolhida para bolsa Ibero Americana do Santander

Justiça social e dignidade do ser humano são alguns pontos que mobilizam alunos a realizarem intercâmbios

Quem nunca pensou em se aventurar por novos lugares conhecendo novas culturas? Foi com esse sentimento que Alina Ribeiro, estudante do 7º semestre de Relações Internacionais do Centro Universitário IESB, resolveu participar do programa de internacionalização, onde foi contemplada com a bolsa Ibero Americana do Santander. A aluna viajará em janeiro de 2019 para Guadalajara, México, onde ficará por 5 meses estudando na UAG (Universidad Autónoma de Guadalajara).

Alina explica que a decisão do país não foi complicada, já que desde o início do processo simpatizou-se com a Universidade definida. “De primeira, eu não escolhi o México, mas sim a UAG. Quando pesquisei sobre as opções de intercâmbio me identifiquei bastante com a Instituição, pois ela é guiada pela dignidade da pessoa humana e justiça social. Esta é, precipuamente, minha visão de mundo”, explica a futura intercambista.

A estudante também conta que se sente honrada pela confiança que o IESB teve, proporcionando essa experiência que é extremamente importante para a expansão de sua visão de mundo. “As iniciativas da Instituição de preparar os alunos para o mercado de trabalho e para a vida profissional como um todo, são importantes para que o discente desenvolva maior autoconfiança. Saber que o intercâmbio é uma aposta do IESB em mim, fez com que eu acreditasse ainda mais na minha capacidade”, destaca.

Além de ampliar os conhecimentos, e a percepção do sistema internacional, para a estudante, essa experiência também contribui para o âmbito profissional e pessoal. “Tenho a impressão de que a viagem abrirá mais minha mente e poderei olhar com ainda mais clareza as possíveis áreas de atuação viabilizadas pelas Relações Internacionais. Quando escuto outras pessoas contando suas experiências percebo que elas se deram conta de que o mundo é muito maior do que costumamos pensar. Acho que o mesmo acontecerá comigo. Lidar com a variedade fará com que eu entenda mais as diferenças que dividem as nações e sociedade”, conclui.

Por Ana Maria da Silva



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