Publicado em 21 de fevereiro de 2018
Um equipamento de alta tecnologia voltado aos cursos de saúde chegou ao Centro Universitário IESB: um simulador 3D de anatomia. Agora, os alunos terão acesso à análise de estudos de casos clínicos e de exames reais de pacientes e os professores poderão converter tomografias e ressonâncias magnéticas em clones virtuais 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real. O IESB é a única instituição de ensino superior particular na região Centro-Oeste a utilizar a tecnologia, que está disponível apenas em 50 instituições de ensino em todo o Brasil. Uma inovação no segmento, a proposta é disponibilizar aos alunos a melhor infraestrutura possível aliada ao conhecimento técnico.
Com um investimento de 300 mil, o IESB acredita na teoria aliada à prática em sala de aula. Para a reitora do Centro Universitário IESB, professora Eda Coutinho, “É um grande orgulho para nossa Instituição estar à frente e trazer melhorias modernas e tecnológicas para os nossos alunos de saúde. A ideia é que as aulas de anatomia sejam cada vez mais próximas da realidade. Temos a certeza de melhoria do aprendizado e de compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas”, destacou.
A plataforma multidisciplinar 3D funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano. O simulador utiliza algumas linhas de atlas anatômicos e fisiológicos, com mais de 5 mil estruturas anatômicas identificadas, incluindo todos os órgãos e sistemas do corpo masculino e feminino, e pode ser usada em cursos de medicina, veterinária e demais áreas da saúde.
O equipamento disponibiliza um software educacional chamado Etouch, também produzido no Brasil, que permite conexões com hospitais e clínicas. Com ele, é possível compartilhar casos reais de imagens de ressonâncias magnéticas e tomografias, convertidas em 3D pela plataforma. Segundo a professora Eda Coutinho, a forma de ensinar e de aprender mudou. “É uma tendência mundial e estamos em consonância com as práticas do governo, que tem incentivado o uso de técnicas e de métodos alternativos com a tecnologia em substituição ao uso de corpos humanos ou peças anatômicas, e animais para ensino e pesquisa”, frisou.
Anny Cassimira