Publicado em 12 de junho de 2026


Quem passa pelo estacionamento descoberto no campus Sul foi surpreendido por um casal de corujas em meio à circulação intensa de estudantes, professores e funcionários. As aves são da espécie Athene cunicularia, conhecida como coruja-buraqueira.
Luiz Fernando Ferreira é biólogo e professor das disciplinas de Proteção Internacional ao Meio Ambiente e Saúde no curso de Relações Internacionais do IESB, além de atuar também em componentes curriculares da área da saúde.
Ele explica que esta espécie faz ninhos no solo. Machos e fêmeas têm pequenas diferenças; assim, enquanto o macho costuma ser um pouco maior e com penas mais claras, as fêmeas são menores, com penas mais escuras.
“Uma vantagem de ter esses animais por perto é o controle de pragas, como roedores”, diz. Professor Luiz Fernando, porém, faz uma alerta: quem quiser observar ou mesmo fotografar estas aves deve fazê-lo guardando certa distância, pois a espécie pode ser agressiva ao se sentir ameaçada.